O paradigma Petrobras

03/10/2013 14:25

Num 3 de outubro, há exatos 60 anos, o Presidente Getúlio Vargas criava a Petrobras, atendendo à sua visão de futuro e à vigorosa campanha que se desenvolvia nas ruas de todo o País, em defesa da exploração do petróleo brasileiro pelos brasileiros.

 

Hoje situada entre as maiores companhias de energia do mundo, a Petrobras já é uma referência no difícil campo da exploração de óleo e gás em águas ultra-profundas. Desenvolve tecnologia de ponta em automatização de processos. Produz derivados equiparáveis aos melhores existentes. E aprimora permanentemente seus procedimentos em segurança industrial, proteção ao meio ambiente e cuidados com a saúde de seus trabalhadores.

 

Todos esses méritos já seriam suficientes para explicar o lugar de destaque que ela ocupa no imaginário da população, onde lidera, por exemplo, o sonho de consumo dos jovens em busca de uma carreira. Mas há outro mérito, menos tangível e quantificável, além de pouco explicitado: trata-se do jeito que os brasileiros de todos os estratos querem ser vistos — como um povo alegre e cordial, sim, mas igualmente capaz de oferecer uma contribuição de valor para o processo civilizatório.

 

Isto a Petrobras conseguiu. E é isto que hoje se comemora: o orgulho de termos construído uma referência no planeta. Sem espionagem industrial. Sem engenharia reversa. Sem complexo de inferioridade. Sem receio de enfrentar os desafios que a natureza nos impôs. A partir do patamar de excelência que a Petrobras provou ser possível alcançar, um novo país pode ser e será fundado. Agora temos um paradigma.